Adolescente pode ter sido intoxicada por comprimido de ecstasy
Brasília – 18/09/2007
O Instituto de Medicina Legal (IML) do Distrito Federal deve apresentar até quarta-feira (19) o laudo da necropsia que apontará a causa da morte da adolescente Lívia Barros, que morreu após chegar de um baile funk em Brasília. O delegado que investiga o caso já adiantou que os depoimentos prestados indicam que a jovem morreu intoxicada por um comprimido de ecstasy, possivelmente ingerido durante a festa, na última sexta-feira (14).
De acordo com o delegado, Lívia levou apenas R$ 10 para a festa. Alguém teria oferecido a droga de graça para a adolescente, que aceitou. Como a vítima era menor de idade, a hipótese de homicídio também está sendo investigada. “Existe a possibilidade de a pessoa também ser indiciada por homicídio culposo, tendo em vista a gravidade da droga, que já é conhecida e que pode levar a morte em determinadas ocasiões, quando se mistura com álcool”, especula o delegado Victor Dan.
Na delegacia, a movimentação durante toda a tarde foi grande. Até agora, o delegado responsável pelo caso já ouviu oito pessoas que estavam na mesma festa que Lívia.
Fonte: G1



