José Tibiriçá Martins Ferreira (*) –
A partir de domingo encerra-se o período de proibição da pesca, conforme noticiado no site abaixo.
Os riachos e rios estão cheios devido às chuvas que estão acontecendo no MS e por todo país em todos os quadrantes, trazendo alívio e também destruições onde a população não se preocupou em manter uma boa convivência com a natureza.
Bom para quem vive da pesca e para o turismo que alavanca a economia e traz prosperidade na vida de muita gente nas regiões de pesca, mas há um alerta para os pescadores sobre a proliferação dos mosquitos transmissores de cepas nesse período de chuva.
Nas margens de muitos rios acumula-se recipientes onde as larvas se multiplicam. Infelizmente o próprio pescador deixa em períodos anteriores esses lixos o que pode ser uma armadilha contra ele quando retorna.
Existe muitas campanhas, mas infelizmente o chamado sujismundo não colabora na prática, talvez não faça o mesmo de onde vem.
Seja bem-vindo o pescador ao nosso Estado, mas colabore com a natureza, preservando o meio ambiente onde existe ainda vida.
Nós sul-mato-grossenses raízes, como aqueles que voluntariamente têm coletado os lixos que são jogados nos rios, pois a natureza reage, devolvendo às suas margens os detritos jogados.
No rio maior que em tupi-guarani se chama PARÁ ou em Guarani YGUASSU, o maior deles, pai de todos, o Mar devolve às praias tudo que não lhe pertence.
Você já pensou com seus botões nisso?
Que o bom pescador, seja sempre bem-vindo ao Mato Grosso Sul, Estado do Pantanal.
(*) Advogado e produtor rural na Picadinha.

