Médicos discutem risco de chegada de dengue tipo 4
Depois da epidemia de dengue em Mato Grosso do Sul, médicos estão reunidos discutindo vários aspectos sobre a doença
MS – 29/10/2007
Depois da epidemia de dengue que, no ano passado, colocou Mato Grosso do Sul, em evidência nacional, a preocupação no Verão de 2007 no Estado é, claro, não repetir o que ocorreu em 2006. Para isso, médicos estão reunidos hoje e amanhã discutindo vários aspectos sobre a doença, com a presença do diretor nacional de e Investigação e Desenvolvimento do Ministério da Saúde Pública de Cuva, Erice Martnizes Torres, que é consultor da Organizanação Panamericana de Saúde em Dengue. Um dos assuntos é o risco de entrada da dengue tipo 4 no Estado, o que facilitaria a ocorrência de uma epidemia.Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde, Eugênio de Barros, esse risco ocorre porque, como a maior parte das pessoas no estado já teve os outros três tipos da doença, fica suscetível ao tipo 4. Barros explicou que essa modalidade não é mais grave que as outras, mas como boa parte das pessoas não está imune a ela, seria um risco maior de epidemia. Eugênio de Barros explicou que todos os tipos de dengue apresentam o mesmo risco. O que vai determinar a gravidade da doença, e se ela evolui ou não para a forma hemorrágica, é a condição do paciente. Segundo informações do site Campo Grande News, por enquanto, conforme o superintendente, não há informação a presença do vírus tipo 4 no Estado. Hoje, ele está ativo no Caribe, e a preocupação é que uma pessoa que viagem para essa região, por exemplo, traga o vírus para o Estado. Por isso, a vigilância dos médicos, o tratamento o mais precoce possível, e a participação da população para evitar a proliferação da doença são essenciais para tentar evitar uma epidemia como a que ocorreu ano passado.
Fonte: Folha de Dourados



