Prefeitura lança Polem amanhã
Dourados – 12/12/2007
A Prefeitura de Dourados, através da Secretaria Municipal de Educação, lança amanhã o projeto Polem (Pólo de Educação Municipal). O projeto é considerado um dos mais ambiciosos da Secretaria, nos sete anos da administração do prefeito Laerte Tetila.
Cada Polem será uma estrutura criada para atividades culturais e educacionais tanto para a escolas quanto par a comunidade. São mini-centros de convenções criados no interior das escolas.
Durante o ano de 2008, a prefeitura pretende construir seis desses centros nas escolas municipais Álvaro Brandão, Professora Efantina de Quadros, Lóide Bonfim, Clarice Bastos Rosa, Etalívio Penzo e Aurora Pedroso. Os Polem foram distribuídos estrategicamente pela cidade, de modo a contemplar o maior número de pessoas possíveis.
Apesar de o lançamento ser na quinta-feira , as obras do Polem da Escola Álvaro Brandão já estão em andamento. O lançamento do programa será no auditório da prefeitura, às 19h.
Cada Polem terá capacidade para 320 pessoas e será construído no sentido de uma circunferência plana. Isto, segundo o secretário de Educação, Antônio Lepoldo Van Suypene, para facilitar o desenvolvimento de várias atividades, entre elas artes, dança e esportes, como judô e capoeira, por exemplo. O custo de cada Polem gira em torno de R$ 600 mil.
O local também será utilizado para a formação continuada de professores e reuniões com alunos e de associações escolares e também da comunidade externa. Por isso, Leopoldo considera os Polem tão importantes. “Nós tínhamos dificuldade para a formação continuada dos professores, para reuniões com alunos; agora isso vai acabar”, enfatiza o secretário.
A idéia de construir os Polem surgiu em 2001, logo no início da administração Tetila, segundo Leopoldo. Mas, o projeto acabou sendo protelado por causa de obras mais urgentes, como reforma de banheiros e construção de mais salas de aulas, segundo o secretário.
Leopoldo lembra que a falta de auditórios é comum em todas as escolas construídas após o fim da ditadura militar. Antes, todas as escolas já tinham auditório no projeto. Daí a necessidade da instalação dessas estruturas hoje.
Fonte: AgCom



