Construção de aterro depende da assinatura da prefeitura
Corumbá – 21/01/2008
A liberação pelo governo federal de R$ 1 milhão e 200 mil para a construção do Aterro Sanitário de Corumbá depende da assinatura, por parte da prefeitura, do convênio com Fundação Nacional de Saúde. O documento já foi enviado pela direção da FUNASA ao município e aguarda apenas o retorno do prefeito Ruiter Cunha, que está em recesso. Os recursos foram viabilizados pelo senador Delcídio do Amaral (PT/MS).
Delcídio assegura que o aterro sanitário, além de resolver, por muitos anos, o problema da destinação final de resíduos sólidos em Corumbá e Ladário, vai proteger o Pantanal.
“Atualmente o lixo coletado nas duas cidades é levado para o aterro controlado, localizado em uma região que está muito próxima do leito do rio. Um acidente mais grave que ocorra no aterro atual pode contaminar o curso d’água, o que, em hipótese alguma, podemos permitir. No aterro sanitário não correremos esse risco, porque ele será construído em um local distante dos cursos d’água, com tecnologia moderna e de acordo com todas as regras de preservação ambiental”, explica.
Outras vantagens do aterro sanitário, apontadas pelo senador, são a geração de empregos e a educação ambiental.
“Das 50 toneladas de resíduos sólidos recolhidos diariamente em Corumbá e Ladário, apenas 20 % são reciclados. No novo aterro, a reciclagem vai atingir, pelo menos, 40 %, ampliando a necessidade de catadores, que trabalharão de forma mais segura. E a medida que a população sabe que o lixo está sendo reciclado ela muda de postura, começa a cuidar do material já em casa, separando o material plástico, o papel, as latas, enfim, tudo o que pode ser reaproveitado, do lixo orgânico. Com isso, a sociedade inteira ganha ”, avalia o senador.
Delcídio diz que o aterro sanitário de Corumbá vai resolver definitivamente um problema que aflige as autoridades de saúde e ambientalistas.
“Em Corumbá é gerada diariamente uma tonelada de lixo hospitalar. Com a entrada em operação do aterro, esse material vai receber tratamento técnico adequado, sem qualquer tipo de risco para a população, para os profissionais da área médica e o pessoal que trabalha na coleta do hospital e dos postos de saúde”, garante Delcídio do Amaral. (Com informações da Assessoria)
Fonte: Folha de Dourados



