Combate ao transmissor da doença exige a participação de todos
Dengue – 25/03/2008
A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) continua mobilizada no combate ao mosquito transmissor da dengue (Aedes Aegipty). No Rio de Janeiro a doença está fora de controle e já provocou a morte de 48 pessoas. Em se tratando de Campo Grande, apesar das inúmeras campanhas de conscientização, a população precisa continuar colaborando.
A diretoria da CAAMS (Caixa de Assistência dos Advogados de Mato Grosso do Sul), entidade que tem colaborado com a saúde pública campo-grandense, esclarece que medidas simples são de grande importância para se evitar casos de dengues.
As orientações são: encher de areia os pratinhos dos vasos planta até a borda; lavar semanalmente por dentro com escova e sabão recipientes utilizados para armazenar água; jogando no lixo todo objeto que possa acumular água tais como potes, latas e garrafas vazias; adotando medidas para evitar que pneus velhos acumulem água; enfim, não permitindo o armazenamento de água parada onde o
Aedes Aegipty possa continuar procriando. É fundamental que o cidadão entenda que ele também precisa fazer a sua parte.
Sintomas – Depois da picada do mosquito, os sintomas se manifestam a partir do 3 º dia. O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os seguintes sintomas aparecem:
Dengue Clássica
. Febre alta com início súbito
. Forte dor de cabeça
. Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos
. Perda do paladar e apetite
. Manchas e erupçõ
Fonte: Assessoria



