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Agente policial é assassinado em Cáceres

Polícia – 18/06/2008

Agente policial é assassinado em Cáceres

Um policial civil foi morto e outro atingido está hospitalizado em estado grave na UTI do Hospital Regional de Cáceres. Os dois foram baleados por volta do meio-dia de ontem, no bairro Cidade Nova, quando atendiam a uma ocorrência policial. O assassino foi identificado como Luiz da Maia Filho e está foragido. O policial civil João Aquino Lavor, o Joãozão, 44, morreu com um tiro no peito, logo após dar entrada no hospital. O policial Luiz Carlos da Silva, conhecido como Luiz Bravo, 36, foi alvejado na cabeça e corre risco de morte. Depois de atirar, o suspeito ainda teria levado a arma de um dos policiais. Por determinação do delegado Joacir Batista dos Reis, os dois policiais foram até o local da ocorrência, um conjunto de quitinetes de propriedade do acusado pelos disparos, para acompanhar um inquilino que havia ido até a delegacia registrar uma ocorrência em desfavor de Maia, que o estaria ameaçando. Ao chegarem ao local, os policiais pediram ao proprietário do conjunto que erguesse a camisa, para verificar se ele estava armado, quando foram pegos de surpresa, já que o homem começou a atirar, fugindo por um matagal na seqüência. Durante toda a tarde de ontem policiais civis e militares tentaram achar o assassino, que foi visto pela última vez na saída para Cuiabá, na BR-070. Até a noite de ontem ele não havia sido preso. A suspeita é que esteja no mato ou escondido em alguma fazenda da região. Informações não confirmadas pela polícia apontam Luiz Maia Filho, de 54 anos, como militar reformado do Exército. Há três anos, ele executou dois ladrões, conhecidos como Bujão e Aguilera, com disparos na cabeça. Eles haviam invadido a casa de Maia para roubar botijões de gás e armas. O policial Luiz Bravo ingressou na Polícia Civil em 2001, e seu colega, João de Aquino, em 1986, vindo para Cáceres em 1994, quando foi acusado de disparar contra um jovem de 19 anos, Fabiano Bispo, que morreu. O policial foi absolvido da acusação de homicídio. NOVA MARILÂNDIA – No dia 5, o soldado PM Sílvio Arraes Martins Oliveira, de 29 anos, foi executado com cinco tiros de espingarda, no momento em que atendia a uma ocorrência na avenida principal da cidade de Nova Marilândia (a 392 quilômetros da Capital). O policial ia pela terceira vez ao local para solicitar que o volume de um aparelho de som fosse reduzido, mas não houve acordo com duas pessoas que estavam em frente a uma residência e insistiam em manter o som alto. Os dois discutiram com o militar, buscaram a arma e o atingiram.

Fonte: Diário de Cuiabá

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