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Ministério da Saúde apresenta programa Telesaúde na Fiems

Programa – 11/11/2008

O Ministério da Saúde vai apresentar o Programa Nacional de Telesaúde e Telemedicina no Seminário de Inclusão Digital e Desenvolvimento, que será realizado nos dias 11 e 12 de novembro de 2008, no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), na Capital. A palestra será hoje, às 11h30, pelo consultor técnico, Humberto José Alves, da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.A abertura do primeiro “Seminário sobre Inclusão Digital e Desenvolvimento – Programa Cidades Digitais” vai ser nesta quarta (11), às 8h30, na Fiems (Avenida Afonso Pena, 1206). O evento está sendo promovido pelo Ministério da Integração Nacional, através da Secretaria de Desenvolvimento do Centro Oeste, em conjunto com Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Meio Ambiente, das Cidades, da Ciência e Tecnologia (Semac), em parceria com a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), Fiems, Sebrae/MS e Ilca no Brasil. O Seminário encerra no dia 12, às 18 horas, com avaliação do evento. O seminário discutirá sobre a importância da inclusão digital, sobre a necessidade de universalização no acesso a capacitação no uso intensivo das novas tecnologias de informação, em especial no que se refere à internet em banda larga, como instrumentos de desenvolvimento econômico através do setor privado, aumento de eficiência do setor público, bem como, para a maior inserção social e econômica da população de Mato Grosso do Sul.Programa TelemedicinaSegundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Telemedicina compreende a oferta de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico. Os serviços são prestados por profissionais da área da saúde, usando tecnologias de informação e de comunicação para o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos, prevenção e tratamento de doenças e a contínua educação de prestadores de serviços em saúde, assim como para fins de pesquisas e avaliações.A maior parte das especialidades médicas já utilizam tecnologia da informação e comunicação para o desenvolvimento da prática médica à distância. O continuo desenvolvimento da tecnologia de telecomunicações vem afetando os profissionais de saúde, abrindo novas possibilidades para a colaboração a serviços prestados em regiões muito distantes. Dentre os usos de Telemedicina mais conhecidos estão a videoconferência médica, os trabalhos colaborativos e o estudo de casos na área de pesquisa; educação à distância, a educação continuada, a especialização, o aperfeiçoamento e a utilização na área de capacitação profissional; e a segunda opinião, a consulta on-line e o Telediagnóstico por imagem na área de atendimento. De acordo com a OMS, no Brasil, as ações em Telemedicina vêm sendo realizadas desde a década de 90, porém de forma tímida. Segundo a Organização, um País com dimensões continentais, no entanto, tem muito a ganhar com a formação e a consolidação de redes colaborativas integradas de assistência médica à distância. Benefícios como a redução dos custos com transportes e comunicações e a possibilidade de levar a medicina especializada a regiões remotas do país fazem enorme diferença.A Resolução de número 1.643 de 2002 define a Telemedicina como o exercício da Medicina através da utilização de metodologias interativas de comunicação áudio-visual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em Saúde.

Fonte: MS Noticias

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