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Onde votar, sigilo, ‘na pedrada’, trans, buracos, ‘de menor’, teatro, da roça, memória e cabestro

Juca Vinhedo

A FALA

“Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fez meu filho Fernando sair do Brasil há sete anos. Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado”.

“Gostaria que todas as mães que estivessem em situações semelhantes à minha tivessem essa oportunidade de conversar com seus filhos, ouvir a verdade deles e se deixar embrenhar dela para poder crescer junto”.

“Diante do momento atual, eu voto Lula. A gestão do filho do Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente, as políticas sociais e culturais”.

(Marta Dora Grostein, mãe do apresentador Luciano Huck)

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Confira de novo

Alerta aos eleitores: os locais de votação ainda podem mudar até domingo (25), quando acontece o segundo turno. A orientação é consultar novamente o endereço antes de sair de casa, mesmo que o eleitor já tenha conferido onde votará.

Consulta segura

A conferência deve ser feita pelo botão “Onde votar” do e-Título ou pelos sites oficiais do TSE e dos tribunais regionais eleitorais. Links não oficiais compartilhados em grupos de WhatsApp e redes sociais não devem ser usados para essa consulta.

Mudanças excepcionais

Segundo os TREs, as alterações ocorrem por necessidade, diante de problemas estruturais, condições climáticas extremas ou questões de segurança. Votar pela manhã é uma das recomendações, para haver tempo de deslocamento caso a seção tenha mudado de endereço.

Desafio formalizado

O presidente Lula protocolou nesta terça-feira (20), no TSE, autorização para divulgar seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos. A proposta está condicionada à adoção da mesma medida por Flávio Bolsonaro e formaliza o desafio lançado no debate da Band.

Famílias incluídas

O documento apresentado por Lula abrange a primeira-dama Janja e os cinco filhos do presidente. Em contrapartida, pede a divulgação dos dados da esposa, dos pais e dos irmãos de Flávio Bolsonaro, além das informações do próprio candidato.

Empresas no pedido

A proposta também inclui empresas das quais os candidatos sejam sócios, administradores ou responsáveis por contas bancárias. Lula oferece os dados da LILS Palestras e Eventos e solicita que as informações sejam disponibilizadas no DivulgaCandContas ou em outro site público.

Milhões de visualizações

O vídeo do desafio de Lula alcançou 10,2 milhões de visualizações nas redes após o debate, segundo levantamento da Ativaweb DataLab divulgado pela Veja. Sozinho, superou os 9,3 milhões somados pelos três cortes do debate publicados pela campanha de Flávio.

Argumento de cinco quilos

Um homem arremessou uma pedra de aproximadamente cinco quilos contra o comitê de Lula em Joinville, onde apoiadores estavam reunidos. Ninguém se feriu. Atacar pessoas por divergência política é covardia: eleição se disputa com argumentos, e o agressor precisa responder pelo que fez.

No grito e na pedrada

Bolsonaristas que apostam na intimidação precisam entender: eleição não se ganha “no grito” nem “na pedrada”. O ataque em Joinville exige apuração e punição. A vinculação política do autor ainda não foi confirmada; a gravidade da violência, porém, está bem documentada.

Sinal nas redes

Cobrada por fãs a se posicionar na eleição presidencial, Sandy curtiu uma publicação do fã-clube Princípios, Meios e Fins em apoio a Lula (PT). O gesto foi interpretado como sinal de preferência pelo presidente, embora a cantora não tenha declarado voto expressamente.

Imagem artificial

Sandy também curtiu um comentário que repudiava uma imagem produzida por inteligência artificial na qual aparecia ao lado de Flávio Bolsonaro (PL). A interação acrescentou um novo indício ao debate sobre sua posição na disputa presidencial.

Ameaça relatada

A senadora Soraya Thronicke afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria ameaçado expor a transição de gênero de seu filho durante a campanha presidencial de 2022. Em entrevista ao podcast 3 Irmãos, disse ter recebido o aviso por terceiros e levado o filho ao interior paulista por receio da exposição.

Apoio para reagir

Segundo Soraya, o próprio filho a incentivou a enfrentar a suposta ameaça de divulgação de imagens anteriores e posteriores à transição. A senadora relatou ter enviado um recado à equipe de Bolsonaro, advertindo que reagiria publicamente. Ainda conforme seu relato, a ameaça não foi concretizada.

Votação adiada

O impasse sobre a redução da maioridade penal deixou a análise da PEC da Segurança Pública para depois do segundo turno. O presidente do Senado Davi Alcolumbre adiou a votação diante das divergências entre governistas e oposição. O relator, Rogério Carvalho, defende manter o texto sem alterações para evitar seu retorno à Câmara.

Idades em discussão

As emendas apresentam caminhos distintos: Rogério Marinho propõe responsabilização penal aos 16 anos na maioria dos crimes e aos 14 em casos como tráfico e organização criminosa. Já Camilo Santana defende o limite de 16 anos apenas para crimes hediondos. As propostas concentram o entrave às negociações.

Recuperação das ruas

O prefeito Marçal Filho intensificou os serviços de tapa-buracos e recapeamento em Dourados. O desgaste acumulado da malha viária, agravado pelas chuvas recentes, exige investimentos e soluções duradouras. Segundo a gestão, a manutenção insuficiente em administrações anteriores contribuiu para o quadro atual.

Busca de recursos

O prefeito também esteve com o governador Eduardo Riedel em busca de recursos para ampliar a recuperação de ruas e avenidas. A proposta é combinar reparos emergenciais com intervenções estruturais, garantindo segurança e durabilidade ao asfalto. Paralelamente, a administração mantém ações nas áreas de saúde e educação.

Recapeamento anunciado

Após reunião com Marçal Filho, o governador Eduardo Riedel anunciou um pacote de 25 quilômetros de recapeamento para Dourados, com investimentos superiores a R$ 30 milhões. A prioridade será atender ruas utilizadas pelo transporte coletivo. O governador informou que irá ao município para assinar a ordem de serviço.

Obras nos bairros

A primeira etapa da parceria entre Estado e Prefeitura prevê 12,5 quilômetros de recuperação, com investimento de R$ 17,6 milhões. As intervenções abrangem Vila Maxwell, Jardim Paulista, São Francisco e Altos do Indaiá, entre outras regiões, incluindo drenagem onde necessário e sinalização viária.

Outras frentes

Também estão em execução serviços nas ruas Clóvis Cersozimo de Souza e Iguaçu, com recursos viabilizados pelo senador Nelson Trad. No BNH 4º Plano, trechos das ruas Leônidas Além e Manoel Rasselen recebem melhorias com emenda do deputado Rodolfo Nogueira e contrapartida municipal.

Teatro em reforma

A revitalização do Teatro Municipal de Dourados ultrapassou 70% de execução, segundo a Prefeitura. Com investimento de R$ 9,2 milhões, a obra inclui renovação elétrica, climatização e adequações de acessibilidade. O prefeito Marçal Filho vistoriou os trabalhos, que já têm palco e área da plateia finalizados.

Próximas etapas

Ainda sobre o teatro municipal, faltam intervenções no hall de entrada, pintura externa, paisagismo e implantação da subestação de energia. A instalação do sistema de sonorização ficará para a fase final. Segundo a administração municipal, os serviços seguem dentro do cronograma para devolver ao público um espaço modernizado.

Produção das aldeias

Dourados iniciou a execução do PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) Indígena Municipal, apresentado pela Prefeitura como o primeiro do país. Com R$ 500 mil do governo federal, o programa reúne 33 produtores familiares indígenas e tradicionais. Os pagamentos já somam R$ 60 mil, com aquisição de alimentos destinados às comunidades locais.

Da roça à mesa

O programa já recebeu 5.784 quilos de alimentos e 300 litros de leite para doação às famílias das aldeias Jaguapiru, Bororó e Panambizinho. A distribuição ocorre duas vezes por semana, por meio de sete escolas indígenas, do CRAS (Centro de Referência em Assistência Social) Indígena Bororó e de uma entidade beneficente.

Pedido de apuração

O vereador Franklin Schmalz (PT) encaminhou ao Ministério Público Federal uma notícia de fato sobre ações da PM na UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados e na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). O documento reúne relatos de três episódios em Dourados, Paranaíba e Campo Grande e pede esclarecimentos sobre possíveis restrições à autonomia universitária e às liberdades de reunião e manifestação.

Presença questionada

As reitorias da UFGD e da UEMS informaram que não solicitaram nem foram previamente comunicadas sobre a presença policial. Franklin pede a identificação de quem determinou as ações e a análise de registros operacionais. Na UFGD, uma viatura permaneceu próxima a uma assembleia sindical, segundo relato da entidade.

Caminhos separados

A aliança entre a vereadora Isa Marcondes e o prefeito Marçal Filho entrou em outra fase. Na campanha municipal, Isa pediu votos e defendeu a proposta que levou o prefeito ao comando de Dourados. Agora, o distanciamento entre os dois marca o cenário político local.

Base própria

Eleita deputada federal pelo Republicanos com 76.956 votos em 2026, Isa Marcondes consolidou uma trajetória própria. A conquista foi construída com apoio direto de eleitores e lideranças, em uma articulação que lhe garantiu espaço para além da aliança firmada na eleição municipal.

Avanço na regularização

A Câmara de Dourados acertou ao aprovar o projeto do Executivo que cria condições especiais para regularizar construções, reformas e ampliações. A iniciativa oferece um caminho para resolver pendências de imóveis sem aprovação prévia ou executados com diferenças em relação ao projeto autorizado.

Solução necessária

A proposta reconhece uma realidade de muitas famílias e comerciantes: imóveis adaptados ao longo dos anos sem atualização documental. Ao incentivar a regularização, Prefeitura e Câmara contribuem para organizar a cidade. Os valores arrecadados irão ao Fundo Municipal de Urbanização, ressalvados os destinados ao fisco.

Memória valorizada

As professoras Lucimeire Brandão e Sueli de Souza Zaurisio merecem reconhecimento pela catalogação do artesanato Guarani Ñandeva da Aldeia Jaguapiru, em Dourados. O trabalho registra peças e saberes tradicionais, dando visibilidade aos artesãos e à riqueza cultural da comunidade.

Legado às gerações

Com apoio da Política Nacional Aldir Blanc e da Fundação de Cultura de MS, o projeto resultou em catálogo ilustrado, com versão digital disponível e exemplares impressos previstos para novembro. Uma iniciativa valiosa para aproximar as novas gerações dos conhecimentos preservados por seus antepassados.

Proteção aos pomares

O deputado estadual Paulo Corrêa (PL) propôs uma força-tarefa para identificar e substituir murtas em Mato Grosso do Sul. Utilizada em jardins e cercas-vivas, a planta pode abrigar a bactéria causadora do greening, doença que ameaça os pomares de citros. A indicação foi encaminhada ao governo estadual, à Semadesc e à Iagro.

Substituição planejada

A proposta prevê levantamento nos municípios, orientação aos moradores e troca das murtas por outras espécies ornamentais. A legislação estadual proíbe o transporte e o plantio, mas não determina a retirada dos exemplares existentes. Sidrolândia já realizou mutirão para eliminar a planta.

Emendas de cabresto

A coligação de Lula ingressou com ação eleitoral após o ex-governador Reinaldo Azambuja prometer emendas aos municípios onde Flávio Bolsonaro obtiver as maiores votações no segundo turno. Segundo o site “Investiga MS”, a declaração ocorreu diante de cerca de 70 prefeitos de MS. A coligação aponta suposto abuso de poder político e econômico.

Pedido de cassação

A ação pede a cassação do registro ou diploma de Flávio Bolsonaro e de seu vice, Alfredo Gaspar, além da inelegibilidade dos responsáveis por eventual abuso. Também solicita proibição de promessas de recursos vinculadas ao desempenho eleitoral. São pedidos da coligação, sujeitos à análise da Justiça Eleitoral.

Veja essa

Carolyn Marvin, professora aposentada de 78 anos, foi detida na Filadélfia, nos Estados Unidos, após bloquear um robô de entregas do Uber Eats. Segundo a polícia, ela ignorou ordens para liberar a passagem e foi autuada por conduta desordeira. A professora afirma que protestava contra a substituição de trabalhadores por máquinas.

De mal a pior

A aposentada disse que já havia interrompido o trajeto de outros robôs e pretende continuar se manifestando. Para Carolyn, a automação ameaça o trabalho dos entregadores. Ela sustenta que sua iniciativa está amparada pela liberdade de expressão e pretende contestar a acusação. Como dizia um amigo meu: “o mundo vai ficar cada vez pilhó”…

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