Flávio e Alfredo PL chapa pura.
Um senador e o outro deputado federal.
No dia 25 termos o segundo tempo para a finalização do jogo e o time do 22 sob o comando de Flávio Nantes Bolsonaro, carioca, advogado, senador, com seu vice Alfredo Gaspar, alagoano, deputado federal também do PL, advogado, 56 anos, chapa pura, ganhou mais reforço com mais craques.
O trio de candidatos que participou no primeiro turno e não foi eleito, Augusto Cury, terceiro colocado, paulista, médico e psiquiatra, escritor e professor, Romeu Zema Neto, mineiro, ex governador de Minas Gerais por dois mandatos, administrador formado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e Ronaldo Caiado, médico ortopedista, que exerceu varios mandatos na proporcional, deputado federal e senador, ex governador de Goiás por dois mandatos declararam-lhe apoio ontem.
Pelo perfil dos apoiadores, pode-se observar que são pessoas com bons serviços prestados na política e como profissionais renomados têm no apoio um peso muto grande, disso não há discussão.
Eu, prestes a completar 75 anos daqui a 22 dias, conclamo aos meus amigos e amigas a escolher o colega advogado Flávio, pois pela sua formação e estar atuando no legislativo, tem conhecimento de leis, com uma visão de um jovem politico, foi vereador, deputado estadual, com 45 anos que junto com esses apoios mencionados tem condições de pensar grande e recolocar o Brasil no lugar onde ele sempre esteve.
99% dos nossos presidentes tinham nível universitário, os primeiros, os alagoanos Marechal Deodoro da Fonseca, General Floriano Peixoto, os mato-grossenses Marechal Eurico Gaspar Dutra, o advogado e professor Jânio da Silva Quadros, os paulistas Fernanfo Henrique Cardoso, sociólogo e professor universitário, os gaúchos Generais Emilio Médici, Artur da Costa e Silva e muitos outros que deixo de relacionar.
Tivemos a insensatez de eleger um presidente sem o nível fundamental, um sindicalista que com suas promessas num país de pouca formação educacional foi eleito três vezes Presidente da República, a última depois de ficar preso por 580 dias, mencionado como descondenado na linguagem coloquial.
Com suas benesses, as bolsas disso e daquilo conseguiu manter sua popularidade junto a pobreza, o seu eleitorado tornou-se cativo no nordeste e principalmente em 9 estados e outros onde o nível de educação dos eleitores não tem uma visão esclarecedora.
Muitos políticos mesmo com formação universitária aproveitaram sua popularidade e se escoraram nele para se elegerem, na maioria em estados nordestinos onde o Partido dos Trabalhadoes e outros aliados da esquerda dominam há mais de 20 anos.
Nesse pleito apenas três deles Bahia, Ceará e Piauí, este o mais pobre, tiveram seus candidatos eleitos no primeiro turno, mas o índice de seu apoio foi menor, um sinal de que está melhorando a percepção de que a onda lulista está encerrando o seu ciclo.


