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‘Jurista Ives Granda!’, por José Tibitiçá Martins Ferreira

Uma das referências no Brasil no judiciário.

Como sou um profissional do direito, modéstia a parte, tenho tomado como exemplo a figura desse jurista.

Acompanhando o seu posicionamento há muito tempo, vários artigos dele são publicados na imprensa e aprecio lê-los, pois enriquece o nosso saber. O que ele analisa hoje nos entristece muito diante dos fatos que são divulgados com relação a vários ministros do STF no momento atual.

Infelizmente há tambem no MS desembargadores como também conselheiros de tribunais de conta afastados, ganhando os salários em dia e muitos processos aguardando há anos sentenças nesses órgãos.

Isso só traz a descrença no judiciário e demais tribunais, algo que vem acontecendo há muito tempo pelo nosso país também, uma necessidade urgente para uma mudança em 360 graus de uma reforma nas leis, pois a única punição que existe para os seus ilícitos é a aposentadoria compulsória para a maioria, com algumas exceções.

Temos conhecimento de muitas figuras que foram beneficiadas em nosso estado de Mato Grosso Sul por esse benefício perverso que só traz uma repulsa por parte do cidadão e cidadã de bem.

Ser honesto para alguns brasileiros deixou de ser uma prerrogativa, mas um modelo seguido por muita gente engravatada, os tais chamados que cometem o crime de colarinho branco. Nem tudo que brilha é ouro já me dizia meu pai, hoje assistimos de camarote a banda passar com muitos figurantes que são nossos conhecidos há décadas. Estamos num ano eleitoral, isso nos alerta a fazer boas escolhas de pessoas de perfil diferente daqueles que já estão na política independente da cor partidária.

Seria de bom alvitre defenestrar muitos candidatos que estão concorrendo sub judice, condenados em primeira instância ate em segunda, mas com recursos, alguns tentam a reeleição.

Isso é necessário porque são eles os nossos futuros legisladores a nível estadual e federal, pois os projetos de leis são apresentados e aprovados por eles, muitas vezes em benefício próprio. Nós que fazemos as escolhas no dia da eleição que acontecerá no dia 4 de outubro, praticamente só temos 10 dias para fazer as boas escolhas, temos que olhar com perfeição o perfil e a vida pregressa de cada postulante a cargo eletivo.

O futuro de seus atos estão nas nossas boas escolhas, um dever de todo cidadão e cidadã de bem. Não devemos votar em protesto, brincando com algo sério, levando em conta até o comportamento da vida pessoal de cada postulante a qualquer cargo verificando o seu passado.

O posicionamento anterior deles terá sempre reflexos nas suas atuações futuras, suas formações e atuações anteriores são provas de como agirão. Os agentes em todos os setores costumam a se posicionar na prática com comportamentos com influência de berços de onde vieram, isso está provado pela ciência.

Os frutos ruins procuramos descartar, uma maneira que adotamos quando vamos a compra na feira, os com defeito ninguém gosta de comprar, não trazem benefícios para saúde.
O corpo humano deve estar sempre com um bom espírito para agir com sabedoria, isso está provado.

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