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‘Lixo urbano!’, por José Tibiriçá Martins Ferreira

O Código de Posturas do Município de Dourados pela lei número 1.057 de 28/12/79, no seu artigo 90, parágrafo 2o. preceitua que o lixo será colocado ás portas das residências ou estabelecimentos comerciais em horários pré-determinados pelo órgão de limpeza pública do Município.

Não está específico um horário na lei, algo que deveria ser acrescentado, pois ficamos alheios em como proceder.

Se andarmos pela cidade vamos encontrar sacos de cor preta, enlutando o canteiro central da cidade, prova disso as imediações onde resido na Avenida Weimar Gonçalves Torres, esquina com a Rua General Osório e General Floriano Peixoto onde concentra bares, conveniências e restaurantes.

Quem vem de outros centros avançados tem comentado sobre esse costume estranho em nossa cidade e que não há em cidades mais avançadas.
Ideal seria que o Município colocasse nas esquinas coletoras dos materiais descartáveis, facilitando também para a empresa responsável efetuar esse trabalho. Sua mão de obra na sua maioria indígenas, verdadeiros atletas que na correria atrás dos caminhões correm risco de acidente de trabalho e de vida a noite.

Seria de bom alvitre que a fiscalização municipal orientasse os moradores e comerciantes sobre o horário melhor para colocar os recepientes, se possivel no final da tarde para se evitar que cães, mendigos ou coletores de latinhas abrissem os recepientes que ficam expostos ao ar livre durante o dia. É exalado cheiro de álcool e sobras de comidas, imagino que pode trazer doenças para todo mundo, principalmente para o morador e comerciante e transeuntes.

Um dos modelos a ser implantado pela municipalidade para coleta, poderia ser esse que foi colocado na esquina da Rua General Osório com a Avenida Marcelino pelo proprietário da lanchonete skoob du.

Existia uma coletora de lixo na calçada em frente ao meu escritório e residência que atendia até o vizinho. Vou ter que recolocá-la, porque vândalos, talvez revoltados com a desclassificação do Brasil a arrancaram e está em conserto.

Esse é o preço que pagamos pelos sujimundos e desordeiros noturnos que transitam pela cidade.

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