Levino da Costa de Jesus, idoso que chegou aos 119 anos, morreu. A morte foi anunciada no domingo (19/7) pela Cidade Ozanan, instituição onde ele viveu desde os 100 anos e era conhecido pela independência e pelo bom humor.
Levino permaneceu no lar de idosos por 19 anos. Segundo a Cidade Ozanan, mesmo aos 119 anos ele continuava se alimentando sozinho, conversava com frequência e mantinha o bom humor.
“Sr. Levino foi um exemplo extraordinário de força e vitalidade. Até os seus 119 anos, ele nos ensinou o significado da independência: comia e bebia sozinho, conversava com alegria e seu sorriso contagiante iluminava nossos dias”, escreveu a instituição em publicação nas redes sociais.
Uma psicóloga da Cidade Ozanan também prestou homenagem ao idoso e relembrou o legado deixado por ele ao longo dos anos de convivência. Segundo ela, Levino fazia questão de cultivar amizades, participava das celebrações religiosas, cantava no coral e demonstrava gratidão diariamente.
Ao recordar os últimos momentos do idoso, a profissional destacou uma frase que, segundo ela, resume a filosofia de vida de Levino: “A vida boa requer paz, amizade; briga, não”.
Nascido em 1907
De acordo com registros divulgados anteriormente pela instituição, Levino nasceu em 6 de maio de 1907, na comunidade rural de Ascensão, e trabalhou durante a vida como agricultor. Ele era o último sobrevivente entre quatro irmãos.
Apesar da idade registrada em documentos, sua longevidade ainda não havia sido oficialmente reconhecida por organizações internacionais especializadas em validar casos de supercentenários.
Sem esse reconhecimento formal, Levino não figurava nos rankings de pessoas mais velhas do mundo, embora a documentação apresentada indicasse que ele havia alcançado os 119 anos de idade.
O caso ocorreu em Pará de Minas, na região Centro-Oeste de Minas Gerais.
(Informações Metrópoles)




