O trabalho em volta do acidente que resultou na morte de Genilson dos Santos Abreu, aos 49 anos, em uma obra da construtora Lotus na 116 Sul, na última terça-feira (16/6), demorou cerca de cinco horas para ser concluído.
O Corpo de Bombeiros (CBMDF) foi acionado por volta das 14h para a ocorrência. Apesar dos esforços, quando as equipes chegaram no local, Genilson já estava sem os sinais vitais e teve o óbito declarado por um médico da corporação.
Em seguida, os trabalhos se voltaram para a remoção tanto da máquina quanto da terra que estavam por cima do corpo da vítima. Uma equipe da área de criminalística da Polícia Civil (PCDF) chegou no canteiro por volta das 16h.
Cerca de uma hora depois, foi a vez do carro do Instituto Médico Legal (IML) estacionar no local.
Porém, para que fosse possível remover o corpo, era necessário retirar a máquina que também estava dentro da vala. Para isso, um caminhão-guincho do CBMDF foi acionado, que demorou cerca de uma hora para encerrar o trabalho, deixando o local por volta das 18h30.
Na sequência, a van do IML deu lugar ao caminhão-guincho e realizou a remoção do corpo de Genilson. A última viatura que atuou na ocorrência deixou o espaço por volta das 19h.






Entenda o caso
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- O soterramento foi registrado na tarde desta terça-feira (16/6), por volta das 14h;
- Ao chegar ao local, o Corpo de Bombeiros (CBMDF) encontrou a vítima já morta;
- O capitão Jean Charles Meireles, porta-voz do Corpo de Bombeiros informou que a equipe encontrou a vítima praticamente soterrada. “A pessoa estava presa dentro de uma vala. A vala foi preenchida por terra e sobre a terra estava a máquina ‘BobCat’. Ele estava bem preso pela terra e pelo peso da máquina que estava lateralizada”, informou durante entrevista à imprensa;
- Sete viaturas e o helicóptero da corporação foram deslocados para o resgate.
- Uma morte foi registrada e não houve feridos.
Genilson atuava como operário da construção civil na obra por meio da empresa terceirizada Antera Construtora, que prestava serviços à Lotus.
Segundo a empresa, ele exercia a função havia cerca de cinco anos. “Genilson nunca apresentou qualquer conduta que o desabonasse em seu ambiente de trabalho. As circunstâncias do ocorrido serão apuradas pelos órgãos competentes”, informou a construtora.
A Lotus manifestou pesar pela morte do trabalhador e informou que está prestando assistência à família da vítima. Morador do Jardim Ingá (GO), Genilson deixa esposa e dois filhos.
(Informações Metrópoles)



