A atividade humana na Lua – Selene, para os gregos – constitui um dos capítulos mais significativos da história científica.
Entre 1968 e 1972, o programa Apollo, conduzido pela Nasa (Agência Espacial Americana), levou doze astronautas à superfície lunar.
As missões Apollo não apenas demonstraram a capacidade tecnológica da humanidade, mas também forneceram dados científicos cruciais sobre a geologia lunar, a formação do sistema Terra-Lua e a própria história do Sistema Solar.
Contudo, após 1972, a atividade humana na Lua foi interrompida, marcando o início de um hiato de mais de cinco décadas até o presente momento.
Esse intervalo prolongado refletiu mudanças geopolíticas, prioridades econômicas e desafios tecnológicos. Ainda assim, o fascínio por Selene permaneceu vivo, tanto como objeto científico quanto como plataforma estratégica para futuras missões interplanetárias.
No século 21, com o avanço de novas tecnologias e a cooperação internacional, a Nasa lançou o programa Artemis – já executadas as etapas 1 e 2 –, cujo objetivo é não apenas retornar à Lua, mas estabelecer uma presença humana sustentável.
(Informações R7)



