Seis adolescentes foram flagrados dentro de uma escola municipal de Caracol, no interior de Mato Grosso do Sul, após uma denúncia de invasão e depredação do patrimônio público. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar na tarde deste sábado (6) e terminou com a descoberta de um princípio de incêndio dentro da unidade escolar.
De acordo com informações divulgadas pelo TopMídiaNews, os policiais foram acionados após denúncias de que vários jovens haviam invadido o prédio e estariam causando danos às instalações. Ao chegarem ao local, os militares avistaram seis adolescentes pulando o muro da escola. Quatro deles foram abordados, enquanto outros dois conseguiram fugir.
Na presença dos responsáveis, os menores confirmaram que entraram na instituição. Eles alegaram que perseguiam outros dois adolescentes que teriam corrido para dentro da escola atrás de uma bola de futebol. Segundo os relatos, os jovens que fugiram teriam cogitado colocar fogo no local, mas a ideia teria sido desencorajada pelos demais.
Durante a averiguação, uma professora e um servidor da escola compareceram para auxiliar na vistoria. Foi nesse momento que os policiais perceberam uma grande quantidade de fumaça saindo do refeitório da unidade.
Diante da situação, a equipe precisou arrombar uma porta para acessar o ambiente. No interior do refeitório, os militares encontraram um princípio de incêndio provocado por uma panela com óleo superaquecido. Conforme o registro policial, os registros de gás do fogão industrial estavam abertos e uma das bocas permanecia acesa, criando risco de explosão e propagação das chamas.
Além do incidente, diversos sinais de vandalismo foram constatados na escola. Extintores haviam sido retirados do local, armários estavam abertos, materiais espalhados pelo chão, móveis deslocados e objetos decorativos arrancados das paredes.
O caso foi registrado como dano qualificado ao patrimônio público e incêndio em prédio destinado ao uso coletivo. Conforme informações divulgadas pelo TopMídiaNews, os adolescentes envolvidos serão identificados e deverão prestar esclarecimentos às autoridades sobre a invasão e os danos causados à instituição de ensino.




