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Quais são os sinais que um ente querido que já faleceu está por perto?

Entenda como a doutrina espírita explica a comunicação sutil entre os dois mundos e aprenda a diferenciar uma lembrança afetiva de um verdadeiro encontro espiritual

Lilian Coelho Maffei / Bons Fluidos

A sensação de um perfume repentino. Um sonho que parecia real. Um pensamento que surge do nada trazendo o rosto de um ente querido que já faleceu. Essas experiências, muito mais comuns do que se imagina, são frequentemente tratadas como meras coincidências ou frutos da saudade. No entanto, para a doutrina espírita, esses momentos podem ser sinais claros de interatividade entre o plano físico e o espiritual. Em 2026, com o aumento da busca por respostas que transcendem o materialismo, entender como esses contatos ocorrem tornou-se uma ferramenta poderosa de consolo e equilíbrio emocional para quem lida com o luto.

Quando saber que um ente querido que faleceu está por perto?

Segundo a codificação de Allan Kardec, o espírito não se desliga instantaneamente dos laços afetivos que construiu na Terra. “A comunicação não se faz apenas por médiuns, mas por uma espécie de telegrafia mental baseada na afinidade fluídica”, explicam estudiosos da área. Isso significa que, quando estamos em um estado de vibração elevada ou durante o relaxamento do sono, as barreiras entre os mundos ficam mais sutis. É nesse intervalo que ocorrem as chamadas “visitas espirituais”, que têm como objetivo principal trazer uma mensagem de paz ou um aviso intuitivo para quem ficou.

Segundo a espiritualista Marcia Fernandes (ou Sensitiva), “os mortos aparecem nos nossos sonhos. Esta é uma das maneiras mais comuns que os espíritos usam para interagir conosco. neste momento, nosso subconsciente está mais aberto para este contato espiritual”, explica.

Um dos sinais mais relatados é o fenômeno da psicocognição. Acontece quando uma ideia ou solução para um problema surge de forma repentina após um período de oração ou prece. Especialistas em mediunidade afirmam que nossos protetores e entes queridos utilizam esses lampejos para nos guiar em decisões difíceis. Além disso, outro sinal clássico é a mudança súbita na temperatura do ambiente ou a sensação de um toque leve, que o espiritismo classifica como manifestações de efeitos físicos sutis. Aprender a silenciar a mente através da meditação ajuda a apurar essa percepção. Assim permite-se que a conexão se torne mais clara (e menos assustadora).

A vida continua

Por fim, é fundamental manter o pé no chão e não transformar cada detalhe cotidiano em um evento sobrenatural. O equilíbrio entre a fé e a razão é um dos pilares do espiritismo. Por isso, reconhecer esses sinais deve servir para fortalecer a certeza de que a vida continua e de que o amor é um laço que a morte não consegue romper. Ao acolher essas pequenas manifestações com gratidão, você naturalmente eleva seu padrão vibratório, criando um ambiente de luz tanto para si quanto para aqueles que, do outro lado, continuam torcendo pela sua felicidade e evolução.

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