A prefeitura do município onde a mulher que explorava sexualmente da filha trabalha informou, em nota, que será instaurado um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) para apurar os crimes cometidos. A instituição afirmou que ainda não foi oficializada do caso pelas autoridades policiais.
A servidora, de 41 anos, atua como gari no município. De acordo com o relato de sua filha, de apenas 14 anos, a mãe a entregava a um homem, de 42 anos, e, em troca, a mulher recebia maconha e pasta base do suspeito. O homem, conforme apuração, era parceiro amoroso da servidora.
O casal criminoso foi preso em flagrante na madrugada dessa segunda-feira (4) após denúncia anônima. Conforme o delegado responsável pelo caso, a servidora responderá por favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de adolescente ou vulnerável.
A Prefeitura do município destacou que qualquer forma de violência, e que irá colaborar com o prosseguimento das investigações.
Confira a nota na íntegra:
“A Prefeitura Municipal informa que tomou conhecimento do caso envolvendo uma servidora municipal efetiva investigada por crime grave, apenas por meio dos veículos de imprensa. A prefeitura ainda não foi oficializada do caso pelas autoridades policiais.
A servidora em questão integra o quadro efetivo do município desde 2017, exercendo a função de gari, na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Rurais.
Após devidamente oficializada, a Administração Municipal adotará as medidas cabíveis instaurando Processo Administrativo Disciplinar (PAD), assegurando o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme prevê a legislação.
Paralelamente, o caso segue sob responsabilidade das autoridades policiais e do Poder Judiciário, a quem compete a apuração criminal dos fatos.




