Neste mês dedicado a Maria, mãe de Jesus, o dia das mães é comemorado em vários países no domingo. Em Portugal no primeiro domingo, no Brasil no segundo domingo, na nossa vizinha Argentina no terceiro domingo e na França, no quarto domingo. É uma escolha de cada país, além de nesse mês ainda termos o dia 13 de maio em que se comemora o dia de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e 24 o de Nossa Senhora Auxiliadora.
Um dado curioso é que pessoas do sexo feminino nascidas nesse mês, na maioria das vezes sempre se colocava o nome de Maria, afinal somos um país católico.
No Paraguai há três cidades que levam o nome relacionadas a Virgem Maria, Concepción, Encarnación e Asuncion, essa fundada em 15 de agosto de 1537, leva o nome de Madre de ciudades, pois é uma das cidades mais antigas da América do Sul.
No Paraguai há uma dupla data do dia das mães, além do segundo domingo, outra comemorada no dia 15 de maio, data da Independência do país, para homenagear a mulher paraguaia, que desempenharam um papel fundamental na história e resistência do país.
Muitas delas foram estrupadas, nasceram muitas criancas, as de cor negra, viveram isoladas no lugar denominado Kambakua, próximo de Assunção, pois nesse país não havia pessoas de origem africana. A palavra em guarani kambakua, traduzida para o português quer dizer, buraco do negro e há até uma música em sua homenagem.
No Paraguai não havia escravatura, seus descendentes de raça negra são frutos da violência da guerra. Pode-se ver que a cultura guarani indígena não se mistura com a raça negra, hábito que podemos vivenciar no Brasil afora, em Dourados nas aldeias Bororó, Jaguapiru, Panambizinho e entre os indígenas Terenas. Essa característica existe em outras regiões de Pindorama.
Na região nordestina e leste houve a mistura do indígena com negro sendo chamado de cafuzo, assim pode-se observar que muitos cidadãos e cidadãs do dito país com cor parda tem a mistura dessas duas raças.



