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Jornais do MS

Pesquisando um pouco a história jornalística do nosso Estado de Mato Grosso do Sul, fiz uma descoberta ao adentrar a emissora do grupo Rosário Congro Neto, localizada no Edifício Adelina Rigoti em Dourados. Recebi o Jornal Gazeta do Povo, folheando-o para minha surpresa o referido jornal foi fundado pelo Senador Filinto Müller em 15 de junho de 1949 que era do PSD, hoje o jornal mais antigo do Mato Grosso uno que continua impresso tendo como sucessor o referido grupo.

O Jornal O Progresso circulou impresso até 2019, fundado em Dourados em 21 de de abril de 1951 pelo advogado, poeta e jornalista Weimar Gonçalves Torres, falecido em 14 de setembro de 1969, hoje online.

Em Campo Grande o Jornal O Correio do Estado, fundado em 7 de fevereiro em 1954 por Vespasiano Barbosa Martins, Fernando Corrêa da Costa e José Moraes, grupo politico ligado à UDN para contrapor-se ao PSD que patrocinava o Jornal o Matogrossense. O jornal foi formalmente dirigido pelo advogado e deputado federal José Manuel Fontanilhas Fragelli, depois adquirido pelo professor e jornalista José Maria Rodrigues, falecido em 2003 e dado continuidade pelo seu filho caçula Antonio João Hugo Rodrigues, já falecido, mas ainda conduzido pela família.

O mais novo impresso com bastante circulação no MS, fundado em 02 dezembro de 2002 tendo como diretor Jaime Valler na capital é o Jornal O Estado de Mato Grosso do Sul que está tendo uma boa aceitação pelos leitores no Estado.

Sou assinante há um bom tempo, aprecio muito o seu conteúdo, tem ótimos articulistas, diariamente encontramos assuntos relacionados a economia, política e espaço cultural. Sou assinante, tenho colaborado com alguns artigos esporadicamente onde são publicados. Em Dourados temos mais jornais online, o segundo mais antigo é a Folha de Dourados que está em ótima evolução, modernizando-se sempre. Como este, há o Jornal a Gazeta Popular, a Voz de Dourados, o Vigilante, todos online como o Diário MS, Dourados Agora, Douradosnews, Douranews, são os que mais tenho acompanhado.

Vivemos um momento mais virtual com as redes sociais no dia dia se expandindo cada vez mais, dando oportunidade para o leitor permanecer mais informado. Apesar de que estamos na era digital, seria de bom alvitre que esses jornais douradenses pudessem voltar a ser impressos e sua população local e região tivesse à sua disposição para leitura. É um investimento caro, mas com o tempo pode ter retorno financeiro.

Dourados-MS, 30 de abril de 2026.

José Tibiriçá Martins Ferreira, advogado e produtor rural.

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