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Anúncios já não bastam: empresas recorrem a indicações estruturadas para crescer  com previsibilidade


Durante anos, crescer significava investir mais em mídia paga. Mas esse modelo  começa a perder eficiência. O custo de aquisição de clientes (CAC) subiu entre 40% e  60% nos últimos anos em mercados B2B, pressionado por concorrência maior,  aumento do custo dos anúncios e mudanças de privacidade digital. 

Na prática, isso significa uma conta cada vez mais difícil de fechar: empresas gastando  mais para gerar o mesmo volume de oportunidades. 

Diante desse cenário, companhias de médio porte no Paraná e em todo o Brasil  passaram a buscar canais complementares de crescimento — e um dos modelos que  mais avança é o Member Get Member (MGM). 

O MGM estrutura indicações de clientes, parceiros e comunidades por meio de  tecnologia, incentivos e acompanhamento de performance. Em vez de depender  exclusivamente de campanhas pagas, empresas passam a ativar a confiança já  existente em sua base. 

Os números explicam o movimento. Estudos de mercado mostram que 92% das  pessoas confiam mais em recomendações de amigos e conhecidos do que em  publicidade tradicional. 

Além disso, clientes vindos por indicação tendem a performar melhor. Pesquisas  apontam que consumidores indicados podem ter 25% mais valor ao longo do tempo e  maior retenção quando comparados a clientes adquiridos por canais tradicionais. 

No ambiente B2B, onde confiança pesa ainda mais no processo comercial, a tendência  ganha força em setores como energia solar, telecomunicações, educação e serviços  escaláveis. 

A Beeviral, martech brasileira referência em MGM, tem liderado esse movimento ao  combinar tecnologia, método e comunidade para transformar indicação em canal  previsível de geração de demanda.

“O mercado entendeu que mídia paga continua importante, mas sozinha já não  sustenta crescimento eficiente. O futuro está na combinação entre aquisição e  confiança escalável”, afirma a empresa. 

Em um cenário onde cada real investido precisa retornar melhor, cresce o número de  empresas que passam a olhar para dentro de casa e descobrem que seus melhores  vendedores podem já ser seus próprios clientes.

(Informações RIC)

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