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Crianças que respiram pela boca têm baixo rendimento escolar

Comportamento – 27/05/2009

De acordo com o Comitê Local de Otorrinolaringologia Pediátrica do XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia da IFOS (International Federation of Otorhinolaryngological Societies), as doenças otorrinolaringológicas podem acarretar prejuízos no aprendizado escolar das crianças. Durante o XIX Congresso Mundial de Otorrinolaringologia, que acontece de 1º a 5 de junho, em São Paulo, será apresentada pesquisa que aponta que os distúrbios de audição (de 3,1 a 7,6 a cada mil crianças no mundo têm hipoacusia permanente), distúrbios de voz (tanto do aluno como do professor), e crianças respiradoras bucais que roncam à noite (com sono agitado, às vezes até com apneia e que durante o dia apresentam-se cansadas ou hiper-ativas) geram déficit de QI e o dobro de repetência escolar em relação às crianças que respiram pelo nariz. No Brasil 15% a 28% das crianças são respiradoras bucais e roncadoras. Dados: – A prevalência média de crianças com perda auditiva é de aproximadamente 3 a 8 a cada 1000, e 100 a 200 a cada 1000 com perda parcial da audição- Os dados de prevalência para crianças com problemas de voz varia de 60 a 70 a cada 1000 (6% a 7 %); da fala por volta de 70 a 90 a cada 1000 (7 a 9%) e linguagem, com a média de 59.5 a cada 1000 (5.95%)- De acordo com os dados, entre 130 a 140 a cada 1000 crianças (13 a 14%) sofrem de pelo menos uma dificuldade na comunicação e o problema é ainda maior em países em desenvolvimento e crianças em estado de pobreza.

Fonte: Terra

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