Dois mapas vêm sendo utilizados como ferramentas estratégicas no enfrentamento a chikungunya. O primeiro é atualizado diariamente e mostra como os casos notificados e positivos estão se distribuindo pela cidade ao longo do tempo. Já o segundo apresenta um panorama geral desde o mês de janeiro, permitindo visualizar a evolução da doença de forma mais ampla.
Esses mapas ajudam a identificar as regiões com maior concentração de casos e aquelas com potencial de disseminação, orientando as equipes de saúde nas ações de prevenção e controle. A análise considera especialmente os casos notificados nos últimos sete dias, a partir do início dos sintomas, o que permite uma leitura mais precisa da situação atual.
A sobreposição dos casos positivos nesses mapas reforça quais áreas realmente demandam maior atenção, contribuindo para tornar as ações mais direcionadas e eficazes.
O trabalho é resultado de uma parceria entre a UFMS (por meio do Geógrafo Me. Antonio Idêrlian Pereira de Sousa, técnico do laboratório de geoprocessamento no CPAN) e a Prefeitura de Dourados, unindo conhecimento técnico no enfrentamento à doença.

