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Geraldo Resende comemora conquista de seis escolas indígenas para aldeias de MS

Em Portaria que será publicada no Diário Oficial da União, deverão ser beneficiadas as Bororó e Jaguapiru (Dourados), Tey Kuê (Caarapó), Pirajuí (Paranhos), Limão Verde e Ipeque (Aquidauana)

Seis escolas indígenas serão construídas em aldeias de Mato Grosso do Sul, por meio de trabalho articulado pelo deputado federal Geraldo Resende junto ao ministro Camilo Santana, da Educação, há mais de dois anos. As aldeias beneficiadas são: Bororó e Jaguapiru (Dourados), Tey Kuê (Caarapó), Pirajuí (Paranhos), Limão Verde e Ipeque (Aquidauana).

As obras foram lançadas em julho de 2025, pelo presidente Lula, em evento realizado em Minas Novas (MG), como parte do PAC Indígena 2025, em solenidade na Geraldo Resende compareceu, reforçando as solicitações que lhe encaminhadas pelas comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul.

Resolução publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29), pelo Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), confirmam a inclusão das aldeias de Mato Grosso do Sul, como parte do PAC Educação Indígena e Quilombolas.

Estrutura

As localidades, valores e modalidades de cada unidade serão confirmadas em Portaria que será publicada em breve pelo Ministério da Educação (MEC) no Diário Oficial da União.

Em todo o país, as estruturas seguem o modelo Proinfância, com investimentos unitários que variam de R$ 4,3 milhões a R$ 6 milhões. Ao todo, serão construídas 117 unidades em comunidades indígenas e outras 48 em territórios quilombolas.

A estrutura das escolas também pode variar, de cinco a oito salas de aula, além de biblioteca, sala de múltiplo uso, cozinha, lavanderia, lactário, sala de amamentação, fraldários e áreas de recreação. Cada uma terá capacidade para atender até 188 crianças em dois turnos, ou 94 em período integral, com estrutura completa e adaptada à realidade local.

“Estou muito feliz, pois é mais uma ação do nosso mandato que caminha na direção do compromisso que fiz com os eleitores de meu Estado, principalmente com as comunidades indígenas, quilombolas e outros setores mais vulneráveis da sociedade”, salienta Geraldo Resende.

Estas unidades, lançadas pelo governo federal para aldeias de todo o país, “possibilitarão atender um grande anseio das mães que precisam trabalhar e terão um local seguro e digno para deixar suas crianças”, salienta Geraldo Resende. “Estas escolas fazem valer o nosso mandato”, resume o parlamentar.

As conquistas das escolas são resultado de um trabalho realizado ao longo de mais de dois anos por Geraldo Resende, em parceria com o secretário estadual de Educação Hélio Queiroz Daher, junto às comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul.

O parlamentar também levou a secretária Zara Figueiredo, da SECADI, para visitar aldeias de Dourados e outros municípios, de forma a sensibilizar o Ministério da Educação para a importância das obras.

Geraldo Resende comemora conquista de seis escolas indígenas para aldeias de MS
Maquete de modelo de escolas indígenas do Proinfância, que terão seis unidades em aldeias de Mato Grosso do Sul.

Reconhecimento

Nas comunidades indígenas, o sentimento é de reconhecimento e expectativa sobre o que muda, na prática, com a chegada das escolas. “Essas escolas valorizam nossas crianças e nos ajudam a continuar os estudos e trabalhos, afirma Ramão Fernandes, ex-capitão da Aldeia Jaguapiru, em Dourados. Para Roseli Aedo, capitão indígena, a estrutura responde a uma necessidade cotidiana. “Com as escolas dentro das nossas aldeias, as mães poderão estudar, trabalhar e cuidar da vida com tranquilidade”.

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