Moka se diz tranquilo sobre disputa por vaga ao Senado
Política – 14/07/2009
Presidente regional do PMDB, o deputado federal Waldemir Moka tem impressionado até pessoas próximas com sua tranquilidade quando o assunto se relaciona às eleições de 2010. Pré-candidato do seu partido para disputar uma vaga ao Senado, Moka tem dito que declarações, análises e pesquisas um ano antes das eleições não o aflige nem o entusiasma. “A disputa por votos começa mesmo quando deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores, entidades do setor produtivo e a população estiverem envolvidos no pleito”, avisa. Antes disso – avalia – é muito arriscado fazer conjecturas e até achar que alguém está eleito levando-se em conta apenas os números frios das pesquisas. “A decisão para saber quem será eleito dependerá muito do trabalho feito pelos municípios. Ao contrário do que se diz, a maioria dos eleitores tem consciência política e acaba dando seu voto para alguém que fez algo por sua cidade, alguém com quem ele e sua comunidade se identificam”, diz. Moka afirma que o sonho de virar senador não surgiu de uma hora para outra. “Minha trajetória política tem sido feita sem pular etapas, sem atropelar os fatos, com ética e fidelidade aos companheiros”, declara, dizendo que começou como vereador em Campo Grande em 1982, virou deputado estadual por três mandatos e atualmente cumpre o terceiro como federal. Cotado sempre para assumir o Ministério da Agricultura, Moka garante que seus objetivos estão traçados para o próximo ano. No entanto, não descarta mudar seus planos a partir de 2011, caso receba convite para virar ministro. Em fevereiro deste ano, o deputado foi convidado pela cúpula do PMDB para substituir Reinhold Stephanes. Moka declinou da oferta e ainda defendeu a permanência do titular no cargo. “Recebo muitos incentivos para ocupar esse posto. Mas tudo tem seu tempo”, comenta. Sobre os pré-candidatos ao Senado, Moka diz que todos são bem preparados e seriam bons representantes do Estado. Diz, no entanto, confiar no seu trabalho, acrescentando que são poucos os candidatos que podem iniciar uma campanha com apoio de mais da metade dos prefeitos. “Quando esse batalhão sair a campo, evidentemente que as coisas vão mudar radicalmente”, sustenta.
Fonte: Folha de Dourados



