O PT traçou uma estratégia para aumentar o tamanho da bancada de senadores aliados no Senado na próxima legislatura. As tratativas incluem focar em estados menores e usar “figuras conhecidas”.
Neste ano, 54 senadores serão eleitos — ou seja, os brasileiros terão de escolher dois candidatos nas urnas. Atualmente, a base aliada de Lula na Casa tem 38 votos “fiéis” e, desses, 28 estão em fim de mandato.
O cálculo dos estados vale para, entre outros, Acre, Amapá, Tocantins, Sergipe e Rio Grande do Norte. Nesses locais, pela menor quantidade de eleitores, são necessários menos votos para vencer a disputa ao Senado. A corrida para a Casa é majoritária, isto é, ganha quem conquistar a maior quantidade de cidadãos.
Em Tocantins, o martelo ainda não foi batido, mas o pré-candidato do PT ao Senado é o ex-deputado Paulo Mourão.
No Acre, o presidente da Apex, Jorge Viana, tentará voltar ao Senado. Ele foi senador de 2011 a 2019. No Amapá, a expectativa é de que o senador Randolfe Rodrigues busque a reeleição.
O mesmo cenário deve ocorrer em Sergipe, com o senador Rogério Carvalho. No Rio Grande do Norte, a previsão é de que a atual governadora, Fátima Bezerra, represente o PT nas urnas para o Senado.
Em SC, a aposta é o presidente do Sebrae, Décio Lima, que chegou ao segundo turno para o governo do estado em 2022. O feito foi inédito para o PT em Santa Catarina, reduto tradicionalmente conservador. Lima já foi deputado federal por três mandatos e duas vezes prefeito de Blumenau.
No estado mais rico do país, as principais opções para o Senado incluem ministros de Lula — Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad. No entanto, ainda não definições para São Paulo.
(Informações R7)


