Técnicos trabalham em parceria no projeto
Anel Viário – 02/09/2009
Uma equipe do Governo do Estado, composta por aproximadamente dez técnicos, está em Dourados desde o início da semana, trabalhando em parceria com a prefeitura na elaboração do projeto definitivo do Anel Viário. Um das primeiras providências foi a vistoria por parte dessa equipe, de todo o traçado do anel, conforme foi apresentado pela prefeitura.O topógrafo João Maria de Souza que integra esse grupo adiantou que algumas alterações poderão ser feitas para adequar o projeto buscando reduzir o custo da obra. Porém, os detalhes serão decididos após a conclusão de todo o levantamento. Segundo João Maria, entre esses detalhes está o interesse de cada proprietário rural na obra à frente ou cortando seu imóvel.Para o topógrafo, alguns deles ainda resistem por não visualizar a importância da obra depois de pronta. Conforme especialistas ligados à área de compra e venda de imóveis, uma das grandes vantagens é a valorização do imóvel que será cortado ou, que terá a avenida à frente. Além de aumentar o valor, o proprietário ainda terá a oportunidade de alugar ou mesmo montar vários negócios às margens da via.No primeiro trecho do anel, que começa no trevo de Fátima do Sul e segue até a MS-156, em torno de 50 por cento do traçado já existe rua e será necessário apenas o alargamento. No segundo trecho, que liga a MS-156 à Avenida Guaicurus, a situação é um pouco mais complicada porque grande parte do trajeto, conforme a proposta apresentada, passa por propriedades rurais.João Maria disse que nesse processo de levantamento que ocorre em parceria com o Governo do Estado, tudo isso é verificado porque a intenção é tirar um projeto definitivo em curto espaço de tempo para que as obras possam ser iniciadas. O governador André Puccinelli, em sua ultima visita a Dourados, afirmou que o dinheiro para a execução da via já estaria em caixa.A prefeitura vem realizando constantes reuniões com os proprietários dos imóveis para concluir a negociação. Vários deles já assinaram o termo de doação e outros entendem que existe a necessidade do município promover a desapropriação e pagar indenização pela área ocupada. São situações que, de acordo com os técnicos envolvidos no processo, são avaliadas separadamente.
Fonte: Dourados Agora



