Ronaldo fenomeno fica até o fim da carreira no Timão
Esportes – 21/10/2009
O atacante Ronaldo afirmou hoje que está acertando os detalhes para a renovação de seu contrato com o Corinthians e que vai encerrar a carreira no clube paulista.
O jogador, de 33 anos, cujo contrato com o Corinthians termina em dezembro, disse que já está decidido a permanecer na equipe em 2010 para disputar a Copa Libertadores da América no ano do centenário do clube.
“O fico eu já dei. Agora estamos acertando detalhes do contrato”, disse Ronaldo em entrevista coletiva, de acordo com o site do clube (www.corinthians.com.br).
Ronaldo, três vezes eleito pela Fifa o melhor jogador do mundo, já disputou 31 jogos e marcou 19 gols pelo Corinthians em sua primeira temporada por um clube brasileiro desde que foi negociado pelo Cruzeiro com o PSV Eindhoven, da Holanda, em 1994.
O atacante, que na Europa defendeu ainda Barcelona, Inter de Milão, Real Madrid e Milan, ajudou o Corinthians a conquistar o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil este ano, garantindo vaga na Libertadores de 2010. “Esse amor que eu sempre tive pelo Flamengo ficou de lado. Sou corintiano e vou encerrar minha carreira aqui”, disse o camisa 9, reconhecidamente torcedor do Flamengo e que chegou a treinar no clube do Rio antes de assinar com o Corinthians, em dezembro do ano passado. “Sou eterno parceiro do Corinthians, não tem como mudar. Essa história vai ficar por muitos anos”, acrescentou.
Ronaldo, que após o bom começo de temporada ficou dois meses afastado dos gramados devido à uma fratura na mão e ainda não recuperou a plena forma, voltou a falar sobre o desejo de disputar a Copa do Mundo de 2010, que seria a quinta de sua carreira, mas demonstrou cautela. “Minha expectativa de voltar vai depender muito do Paulista e da Libertadores, da minha performance nessas duas competições”, afirmou o atacante, que elogiou o trabalho do técnico Dunga, seu companheiro de time nos Mundiais de 1994 e 1998. “A seleção fez um ótimo trabalho, as eliminatórias nunca foram fáceis e o Dunga tem crédito.”
Fonte: Estadão



