Escola mais tradicional de Dourados será reconstruída
Segundo o deputado federal Geraldo Resende (PMDB), a população vai conhecer, nos próximos dias, detalhes do projeto arquitetônico
Presidente Vargas – 21/10/2009
A população de Dourados vai conhecer, nos próximos dias, detalhes do projeto arquitetônico de reconstrução da Escola Estadual Presidente Vargas. A informação foi repassada pelo deputado federal Geraldo Resende (PMDB) à diretora-adjunta Marina Simões, após tomar conhecimento do alagamento e outros problemas apresentados após as chuvas torrenciais que caíram neste final de semana. Segundo Geraldo informou também ao coordenador Edil Luiz da Silva e à secretária Sonia Rodrigues, o projeto arquitetônico deverá contemplar uma completa reformulação da estrutura física, mantendo, porém, a fachada histórica da escola. A reconstrução da Escola Presidente Vargas é uma proposta que vem sendo articulada por Geraldo Resende desde 2007, quando convenceu o governador André Puccinelli e a secretária Estadual de Educação, Maria Nilene Badeca da Costa, a determinarem à Agência Estadual de Gestão e Empreendimento (Agesul) a elaboração de um projeto nesse sentido.Desde então, Geraldo uniu esforços com o governo do Estado na viabilização dos recursos para reconstrução, que deverá custar em torno de R$ 5 milhões, dos quais aproximadamente R$ 4 milhões serão oriundos do Ministério da Educação e R$ 1 milhão será a contrapartida do Governo do Estado.A luta de Geraldo Resende em favor da Presidente Vargas se deu a partir da constatação de que em razão dos longos anos sem qualquer reforma ou manutenção de sua estrutura física, a escola tornou-se um verdadeiro escombro, apresentando rachaduras nas paredes, infiltrações, telhas quebradas, banheiros em péssimas condições de funcionamento, bebedouros enferrujados, poucos locais adequados para receber o lixo e pisos do pátio e da quadra esportiva totalmente esburacados.A situação se tornou ainda mais evidente após as chuvas deste final de semana, quando parte da escola ficou alagada, principalmente por causa do transbordamento da rede hidráulica e de esgoto. Houve curto circuito na rede elétrica, além de princípio de incêndio. “As paredes apresentam rachaduras imensas, com risco até de desabamento”, relatou a diretora Marina Simões.Geraldo Resende, que estudou na Escola Presidente Vargas quando garoto, considera que além de seu caráter histórico, o estabelecimento de ensino faz parte da vida de milhares de pessoas que hoje ocupam lugar de destaque na sociedade, tanto em Dourados quanto em muitas outras cidades, em todo o país. “Daí o carinho todo especial que tenho por essa escola e o meu empenho em resgatar o valor que ela representa para muita gente e vai representar, ainda mais, no futuro, por meio de uma completa reforma que mantenha, no entanto, a fachada histórica mas que seja um marco do ensino moderno e de qualidade na segunda maior cidade do Estado”, conclui Geraldo.
Fonte: Assessoria



