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Membros participam de palestra com presidente do CRM

Comissão de

Os seis novos membros da Comissão de Ética Médica do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), que tiveram posse homologada na quinta-feira (03), participaram de uma palestra com o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Antonio Carlos Bilo.

Bilo explicou aos novos membros os trabalhos das comissões de éticas dentro dos hospitais, que funcionam como um ‘braço direito’ dos CRM´s. As comissões têm a função de zelar pelo entendimento paciente e médico e vice-versa e também são responsáveis por instauração de sindicâncias, abertura de inquéritos, entre outros procedimentos que visam zelar pela qualidade dos serviços junto à comunidade, como ações educativas dentro dos estabelecimentos.

Para atuação no HU/UFGD, foram empossados seis membros, sendo três titulares e três suplentes, que terão mandato de dois anos e meio. São membros: o médico José Flavio Sette de Souza (Presidente), Luis Gustavo Schafer, Alvaro Massao Morrissogu, Haroldo Henrique da Silva Boigues, Marcel Rozin Pierobon e Antonio Pedro Lucas Bitencourt.

Juntamente com a Comissão, foram eleitos para a direção clínica do HU/UFGD, o Dr. Antonio Idalgo, e para a direção técnica, Dr. Rafael Susin Simionato. 

As Comissões de Ética Médica são exigências do Conselho Federal de Medicina (CFM), sendo obrigatório cada hospital possuir a sua comissão que dá mais amparo às direções clínicas e técnicas dos estabelecimentos, o que fortalece a qualidade da assistência prestada à sociedade.

Estavam presentes na palestra, o assessor jurídico do CRM/MS, André Borges, o tesoureiro Luis Henrique Mascarenhas, o diretor do HU/UFGD e vice-reitor, professor doutor Wedson Desidério Fernandes e a médica Maria Aparecida, presidente do Conselho Técnico do HU/UFGD e que representou a direção clínica do hospital.

Para o diretor do HU/UFGD, professor Wedson Desidério, não só a comissão como a presença do CRM/MS é mais do que um apoio na condução dos serviços dentro do hospital. É um suporte para que a estrutura funcione adequadamente dando condições de médicos, acadêmicos e dos próprios pacientes terem serviços cada vez melhor.

O presidente do CRM enfatizou que é obrigação do Conselho defender a sociedade de práticas irregulares. “Os médicos acham que somos críticos e a população que somos corporativistas. Somos justos pela qualidade dos serviços. Além disso, é fundamental que os acadêmicos tomem conhecimento dos trabalhos das comissões, do próprio CRM e das suas futuras responsabilidades”, disse Antonio Carlos Bilo.

Fonte: Folha de Dourados

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