Mandado questiona liminar que identifica Arroio Corá como indígena
Justiça – 29/12/2009
A advogada Luana Ruiz Silva de uma das propriedades em Paranhos, que estaria entre os 7 mil hectares, identificados como área indígena homologados no ultimo dia 21 de dezembro pelo presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, garantiu na justiça um mandado de segurança contra a liminar no ultimo fim de semana. A Federação da Agricultura e Pecuária de MS FAMASUL orienta os proprietários a buscar seus advogados para conseguir o mesmo.Conforme o levantamento feito pela FAMASUL cerca de 16 propriedades rurais de Paranhos serão afetadas pelo decreto presidencial. Essa região é área de tensão permanente entre indígenas e produtores pela posse de terras, o governo homologou a TI Arroio-korá, com 7 mil ha para os índios guarani kaiowá e guarani ñandeva, no município de Paranhos, no extremo sul do estado.No município de Paranhos, já são reconhecidas as áreas indígenas de Paraguaçu, com 2.609 hectares e 637 índios (segundo dados da FUNAI); Pirajuí, com 2118 ha e 2073 indigenas; Potrero Guassú com 4.025 há e 617 índios, e Sete Cerros com 8585 ha e 482 índios. A Fundação Nacional do Índio FUNAI, reivindica outras áreas também em Paranhos – T.I. Espadim; T.I. Cerro Perón; T.I. Itapoa Takuaremboiy; T.I. Potrerito; T.I. Tapesuaty; T.I. Valente Kue; T.I. Ypoi/Triunfo.
Fonte: Folha de Dourados



