Barbudo e discreto, assassino de ator era visto como pessoa de ‘bom trato’ em MS

Há oito meses escondido em Mato Grosso do Sul, Paulo Cupertino Matias, assassino do ator Rafael Miguel, de 22 anos, e de seus pais, era considerado uma pessoa de bom trato pelos moradores do assentamento localizado na zona de Eldorado, a 440 quilômetros de Campo Grande, onde trabalhava como caseiro em uma chácara.
De acordo com o delegado Pablo Ricardo Campos dos Reis, da Delegacia de Polícia Civil daquela cidade, todos ficaram surpreendidos ao descobrirem que ele realmente era. O foragido usava o nome de Manoel Machado da Silva e evitava exposição. “Era um indivíduo pacato. Saía apenas para ir a lotérica ou para comprar cigarro”, disse.
Durante a pandemia, deixou a barba crescer e saía apenas de máscara, dificultando ainda mais que fosse identificado. “Ele teve contato com muitas pessoas por causa do trabalho no assentamento, mas ninguém nunca desconfiou de nada, por isso todos foram pegos de surpresa”, explicou o delegado que ajuda a Polícia Civil de São Paulo. (MidiaMax)



