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Britânica se casa com filho de Bin Laden

Amor – 11/07/2007 Jane Felix-Browne, uma britânica de 51 anos, se casou no Egito com um dos 17 filhos do terrorista mais procurado do mundo, Osama bin Laden,…

Amor – 11/07/2007

Jane Felix-Browne, uma britânica de 51 anos, se casou no Egito com um dos 17 filhos do terrorista mais procurado do mundo, Osama bin Laden, e quer que as autoridades concedam ao seu marido o visto para entrar no Reino Unido, informa nesta quarta-feira (11) o jornal “The Times”. Até agora, Felix-Browne tinha mantido em segredo seu casamento com Omar Osama bin Laden, de 27 anos. Os dois se conheceram no Egito em setembro de 2006, quando ela passava férias e era submetida a um tratamento de esclerose múltipla, acrescenta o jornal.
Só os parentes mais próximos e os amigos sabiam da sua relação com Omar. Mas agora ela aceitou falar sobre seu casamento com o quarto filho de Bin Laden. “Seria lindo se, como qualquer mulher casada, eu pudesse apresentar o meu marido e dizer o seu nome, mas devo ser realista. Espero que as pessoas não me julguem. Eu me casei com o filho, não com o pai”, comentou Felix-Browne.
“Só me casei com o homem que conheci e por quem me apaixonei. Para mim ele é Omar”, disse a mulher, que considera seu marido um homem “puro”, “calado”, um “verdadeiro cavalheiro” e seu “melhor amigo”. Segundo relatou, seu romance começou quando estava montando a cavalo e chamou a atenção de Omar. Os dois se casaram em cerimônias islâmicas no Egito e na Arábia Saudita. Foi ela quem propôs o casamento. Felix-Browne, que está no seu sexto matrimônio, diz que ainda não se acostumou com a idéia de ser a nora do homem mais procurado do mundo. A recompensa pela sua captura chega a US$ 25 milhões. Ela já conhecia membros da família de Bin Laden desde seu casamento com um saudita, quando tinha 16 anos. Omar Osama bin Laden deixou a Arábia Saudita ainda pequeno, quando seu pai foi expulso devido a suas opiniões radicais. Ele viveu no exílio no Sudão e depois no Afeganistão, onde viu a criação da rede terrorista Al Qaeda, acrescenta o jornal.

Fonte: The Times

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