Rômulo Arantes Neto já pode respirar aliviado
Fofoca – 31/08/2007
Rômulo Arantes Neto já pode respirar aliviado. O processo em que ele foi acusado de agredir e roubar uma prostituta num motel no Rio de Janeiro em julho, foi arquivado.
A prostituta Fabiane Pereira, autora da queixa crime, não quis dar continuidade ao caso. O processo foi encaminhado por Márcia Julião, delegada titular da 15ª DP da Gávea, no Rio, onde o caso foi registrado, para o JECRIM (Juizado Especial Criminal).
“A garota (Fabiane) veio de novo na delegacia e eu perguntei sobre a tal bolsa roubada. Ela disse que não se lembrava direito e que poderia tê-la esquecido no bar. Então desconsideramos essa prova e ela optou por não reapresentar a queixa, porque disse que estavam fazendo muito estardalhaço em torno do seu nome e isso estava prejudicandoseu trabalho”, contou a delegada.
Sem provas
O exame de corpo delito feito na prostituta também não ajudou a provar a queixa de agressão.
“Fabiane tinha uma lesão leve no quadril, mas o Lui também tinha um machucado na testa, que teria sido uma ‘tamancada’ dada por ela. Ele poderia também ter dado queixa de agressão, mas não quis”, diz Márcia.
Diante da falta de provas concretas de agressão e roubo o juiz Luis Gustavo Grandinetti Castanho de Carvalho, do 4º Juizado Especial Criminal, decidiu arquivar o caso.
“Acolho a manifestação do Dr. Promotor de Justiça, determinando o arquivamento deste feito. Dê-se baixa e anote-se. Intime(m)-se”, determinou o juiz.
Fonte: EGO



