Polícia apreende carga de droga e destrói moderno laboratório
Senad – 11/09/2007
Agentes do setor de combate ao narcotráfico da PN (Polícia Nacional) do Paraguai aprenderam na tarde de domingo duas toneladas e meia de maconha recém colhida, após a droga ser encontrada em uma fazenda sem nome que fica localizada entre as colônias Nueva Yaú é San Fernando, na região de Cápitan Bado, na fronteira com Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul.
Na operação realizada à cerca de 45 quilômetros de Capitán Bado, os agentes da Narcótica da Policia Nacional encontraram o depósito com a droga distribuída em dois mil e 300 quilos picada e a demais quantia já prensada.
Na mesma fazenda os agentes da anti-drogas encontraram um moderno laboratório e inclusive, uma pista de aeronaves clandestina, o que fortalece a suspeita de que a maconha seria de propriedade de um dos inúmeros poderosos narcotraficantes que atuam na região de fronteira.
De acordo com declarações do promotor de justiça paraguaio, Justiniano Cardozo, do Departamento de Amambay, um dos proprietários da droga seria um conhecido narcotraficante, residente em Cápitan Bado, e que a fazenda estava sendo utilizada exclusivamente para o tráfico de drogas internacional, possivelmente cocaína alem da tradicional maconha.
Para o transporte da maconha Justiniano Cardozo informou que já foi apurado que os narcotraficantes estariam utilizando pequenas aeronaves, já que elas sem nenhum inconveniente, desciam com uma freqüência quase que diária na pista clandestina construída na fazenda. “Temos informações precisas que uma aeronave se encontra escondida em um busque com problemas mecânicos. Tentamos localizar, mas não foi possível”, disse o representante do Ministério Público.
Outro fator consta que a supressa na operação foi à descoberta de um moderno laboratório que os narcotraficantes construíram no lugar.
Segundo os dados, sua função era de melhorar ainda mais a qualidade da maconha para que possa ser comercializada a um valor mais elevado do normal no mercado exterior, além da apreensão de uma grande quantidade de produtos químicos encontrados no laboratório clandestino que seriam supostamente usados no preparo de cocaína.
Para o promotor a diferença de alguns narcotraficantes que usam prensas artesanais, estes utilizam prensas poderosas feitas de ferro para prensar a maconha de uma maneira mais rápida é eficaz.
A maconha, o acampamento é o laboratório foram incinerados por ordem do Ministério Público pelos agentes da anti-drogas daquele país.
Fonte: Folha de Dourados



