74% dos projetos solicitados foram atendidos em Dourados
A equipe do Orçamento Participativo (OP) já concretizou 158 projetos em Dourados, o que corresponde a 74% das solicitações feitas pela comunidade.
Orçamento Participativo – 06/07/2007
A equipe do Orçamento Participativo (OP) já concretizou 158 projetos em Dourados, o que corresponde a 74% das solicitações feitas pela comunidade. Implantado em 2001, na primeira gestão do prefeito Laerte Tetila, o OP mudou a relação entre a população e a administração pública. De acordo com o coordenador da OP, Juvenal Vieira Santos, as reuniões tem proporcionado a população o direito de participar e discutir as prioridades e distribuição dos recursos públicos. “Agora todo o cidadão douradense que antes não tinha espaço para a participação, é protagonista da definição das ações que o bairro precisa. E estamos tendo um retorno muito bom, a cada reunião cresce o número de participantes”, diz.
Através das reuniões que acontece nos bairros e distritos da grande Dourados, já foram solicitados 212 projetos. Deste total, estão em execução 23, os outros 31 projetos estão em fase de discussão. E nesta segunda-feira (09), a equipe da OP estará visitando a comunidade de Indápolis prestando contas das obras e ações que foram definidas ao longo desses anos por meio da participação popular. Além de apresentar também a proposta de constituição do Conselho Municipal do Plano Diretor.
Ao longo desses seis anos de administração foram construídos, através do OP, cinco Centro de Educação Infantil Municipal (CEIM), dos quais se destacam os bairros da Vila São Brás e Jóquei Clube, nove quadras poliesportivas foram construídas e reformadas, um exemplo é a quadra Rosiel de Lima Nascimento, realização de um sonho acalentado por mais de 20 anos pela comunidade da Vila São Pedro, entregue no dia 29 de junho. Todas as unidades de saúde foram reformadas, além da construção de cinco novas unidades de saúde no Cuiabazinho, Jardim Carisma, Estrela Porã, Jóquei Clube, Vila São Brás e Jardim Colibri.
O OP é um processo de diálogo e aprendizagem para a construção de espaços de relação direta e democrática entre a Administração Municipal e as comunidades no controle da gestão pública, garantindo a transparência nos gastos dos recursos públicos e nas decisões sobre políticas públicas.
Fonte: PMD



