15/05/2018 10h28

Com Marisvaldo, a Prefeitura teria 5 secretarias e demitiria 1200

Por: Folha de Dourados
 
 

Nos bastidores da política sul-mato-grossense são cada vez mais intensos os burburinhos de que a prefeita Délia Razuk (PR) seria alvo de um complô para derruba-la do cargo, numa articulação que envolveria próceres públicos e da iniciativa privada. O assunto é debatido abertamente em confrarias e nos botequins da cidade.

Em 1 ano e meio de administração, Délia Razuk já foi alvo de mais de 3 mil denúncias anônimas na ouvidoria do Ministério Público Estadual, que, para não prevaricar, é obrigado a tomar providências como requerer informações ou delegar diligências.

É dado como certo que as acusações [na quase totalidade improcedentes] são formuladas e postadas no site do MPE a mando de adversários políticos para desestabilizar Délia Razuk. O objetivo é não deixa-la governar, ou seja, se não bastassem os problemas recorrentes à administração, a prefeita se vê obrigada a ficar na defensiva.

A enxurrada de queixas de autoria desconhecida tem causado transtorno na Prefeitura onde muitos funcionários passam o tempo todo respondendo ao MPE.

Nesse ínterim, se é ou não verdade a trama covarde, o vice-prefeito Marisvaldo Zeuli (PPS) não esconde de ninguém que se assumir a Prefeitura com a suposta deposição de Délia Razuk demitirá 1200 funcionários e reduzirá para apenas cinco as secretarias municipais, ou seja, discurso muito parecido com o de Michel Temer.

 

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